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Moldagem digital vs analógica - diferenças quanto a higiene. Qual é a mais segura em um mundo pós-Covid-19?

Clinical Research Dept.

Em uma indústria preocupada com a higiene e a segurança, a Covid-19 levou o assunto ainda mais à frente. O que pesquisas independentes nos dizem sobre moldagem digital e analógica, higiene e segurança odontológica?

Leia e descubra quais são as 4 principais lições.

Com as moldagens convencionais feitas de forma analógica, seu fluxo de trabalho necessita de passos extras como manuseio de materiais e transporte para o laboratório.

1. Com moldagens analógicas, seu fluxo de trabalho precisa de etapas extras, incluindo manuseio e transporte de material para o laboratório

As técnicas tradicionais de moldagem requerem o manuseio de vários itens, incluindo a moldeira, cera parafinada, materiais de moldagem e quaisquer equipamentos associados. Esses fatores de manipulação são eliminados com as moldagens digitais1.

As moldagens convencionais enviadas para um laboratório envolvem transporte, o que aumenta o risco de contaminação cruzada2,3 e pode envolver muitas horas em condições potencialmente úmidas. As moldagens digitais com o TRIOS não requerem transporte físico da clínica para o laboratório.

2. Moldagens convencionais podem ser difíceis para desinfetar, enquanto que os escaneamentos digitais não exigem desinfecção

Recomenda-se uma ampla variedade de soluções químicas e técnicas para desinfetar materiais de moldagem 4,5.

A preparação do TRIOS para uso inclui limpeza e desinfecção completa entre os atendimentos de pacientes. Isso inclui um protocolo rigoroso na estrutura do scanner e autoclavagem das ponteiras do mesmo para garantir a desinfecção adequada entre os usos.

3. A moldagem convencional e o manuseio de modelos entre o laboratório e a clínica podem aumentar os riscos de contaminação cruzada

Os funcionários dos laboratórios de prótese dentária estão em risco de infecção por moldes e/ou modelos sujos recebidos das clínicas odontológicas. Itens contaminados devolvidos de laboratórios para clínicas também podem se tornar uma fonte de contaminação cruzada6,7.

Os moldes e/ou modelos convencionais das clínicas devem ser desinfetados pelos laboratórios para garantir que não contenha microrganismos, que podem penetrar no material e permanecer viáveis por até uma semana8,9.

O uso da moldagem digital reduz significativamente o risco de contaminação cruzada, pois não há manipulação de modelos.

4. A produção manual de aparelhos e restaurações aumenta os riscos de contaminação no laboratório.

A confecção tradicional de restaurações e aparelhos odontológicos oferece oportunidades adicionais de contaminação10. Portanto, eles exigem desinfecção, o que prolonga o tempo do processo.

As soluções para uso de projetos digitais requerem manuseio significativamente reduzido11,12. Além disso, o aumento da automação nos processos de produção de aparelhos odontológicos requer pouca ou nenhuma intervenção humana13.

Referências:

1. Barenghi L, Barenghi A, Cadeo C, Di Blasio A. Inovação pela Tecnologia do Desenho Assistido por Computador/Fabricação Assistida por Computador: Um olhar sobre a Prevenção de Infecções em Ambientes Odontológicos. Biomed Res Int. 2019 Aug 6;2019:6092018.

2. Sofou A, Larsen T, Fiehn N. et al. Contamination level of alginate impressions arriving at a dental laboratory. Clin Oral Invest. 2002; 6, 161–165.

3. Vazquez-Rodrıguez I, Estany-Gestal A, Seoane-Romero J, Mora M, Varela-Centelles P, Santana-Mora U. Quality of cross-infection control in dental laboratories. A critical systematic review. Int. J Quality in Health Care. 2018: 30 (7):496–507.

4. Mushtaq MA, Khan MWU . An overview of dental impression disinfection techniques: a literature review. J Pak Dent Assoc 2018;27(4):207-12.

5. Chidambaranathan A, Balasubramanium M. Comprehensive Review and Comparison of the Disinfection Techniques Currently Available in the Literature. J Prosthodont. 2019;28(2):e849-e856.

6. Verran J, Kossar S, McCord JF. Microbiological study of selected risk areas in dental technology laboratories. J Dent. 1996; 24: 77-80.

7. Sykes LM, Said M, Ehlers M, Mateis SM, van Dyk C, Dullabh HD. Microbial contamination of denture polishing equipment. S. Afr. dent. j. 2019; 74(3): 116-122.

8. British Dental Association. Health Technical Memorandum 01-05: Decontamination in Primary Care Dental Practices. London: Department of Health; 2013

9. Sammy K, Benjamin S. Infection control mechanisms employed by dental laboratories to prevent infection of their dental technicians/technologists. J. Oral Health and Craniofacial Science 2016: 1 (1), :001–011.

10. Barker C.S, Sor, V, Dymock D. et al. Microbial contamination of laboratory constructed removable orthodontic appliances. Clin Oral Invest. 2014; 18, 2193–2202.

11. Suese K. Progress in digital dentistry: The practical use of intraoral scanners. Dent Mater J. 2020;39(1):52-56.

12. Ambili C, Prasad B. The era of future dentistry: Recent advances and future perspectives of restorative dentistry: A literature review. Int. J. Appl. Dent Sci. 2019; 5: 111-116.

13. Rekow ED. Digital dentistry: The new state of the art — Is it disruptive or destructive? Dent Mat: 2020; 36 (1): 9-24

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